Sabugueiro planta Melífera e Medicinal indicada para Tratamento da Gripe, Resfriado e Febre

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Nome Científico: Sambucus nigra

Nome Popular: Sabugueiro

Tipo: Arbusto

Floresce:Primavera

Recurso Floral: Néctar

Resistente ao Frio

 

O Sabugueiro (Sambucus nigra) é um arbusto da nossa flora autóctone (da família Caprifoliaceae, a mesma da lonicera e do folhado). É um arbusto denso, muito ramificado de copa arredondada que cresce até aos 5 metros de altura . Encontra-se praticamente em todo o território nacional ,reconhecido pelos  atributos de grande valia, quer pela aplicabilidade das suas folhas, flores e frutos em medicina popular quer pela tradicional incorporação da baga na valorização vinícola.

As suas flores pequeninas reunidas em grandes corimbos, hermafrodita, são muito atractivas para os insectos. De facto, a polinização do sabugueiro é realizada pelos insectos (bem como pelo vento).

Sabe-se que as bagas são um importante alimento para aves, nomeadamente as toutinegras e os melros, desviando-os de árvores fruteiras. A maturação dos frutos acontece entre novembro e Dezembro


É uma planta muito versátil, pois são usadas todas as suas partes: cascas, raízes, folhas, flores e frutos. Na América Colonial o sabugueiro era apelidado de “o armário dos remédios”, por causa dos seus múltiplos usos.

De facto, a ampla utilização de extractos de sabugueiro para fins medicinais, culinários e cosméticos, era já conhecida dos povos pré-históricos e muito popular entre os gregos e romanos, sendo por isso aquela espécie tida desde então como guardiã da saúde. O primeiro registo do uso desta planta no meio medicinal parece ter aparecido nos escritos de Hipócrates há 2.500 anos.

A planta é ligeiramente tóxica (devido à sambunigrina, um glucósido cianogénico) nas folhas, casca fresca, frutos verdes. Os frutos maduros (comestíveis) e as flores podem ser usados. As bagas devem ser ingeridas preferencialmente secas e com moderação.

Na medicina tradicional, o sabugueiro é uma das plantas medicinais mais utilizadas: é usada para baixar o ácido úrico, reduzir a ocorrência de cálculos renais e eliminar toxinas em geral, sendo considerado um excelente depurador do sangue. Actua em casos de febre de origem desconhecida e fomenta a formação de urina e suor, mas também a de leite em jovens mamãs (pelo óleo essencial). É também usado no combate a resfriados, rouquidão, tosse, espirros, catarros do peito e brônquios, dores dos molares, nevralgias, dores de ouvidos e de cabeça e inflamação da laringe e garganta. É uma das espécies medicinais mais activas contra os vírus influenza, pois há muito tempo que se dava crédito à utilização das bagas do sabugueiro como um óptimo remédio para combater a gripe e curar estados febris. Na medicina tradicional, a flor de sabugueiro era ainda sugerida como remédio para a diabetes (e de facto, estudos recentes in vitro demonstram que as flores do sabugueiro contêm substâncias capazes de estimular o metabolismo da glicose). Também é um excelente laxante, diurético e sudorífero.

O sabugueiro contém pigmentos orgânicos, taninos, aminoácidos, carotenóides e flavonóides, incluindo a quercitina, antocianinas, ácido vibúrnico, vitaminas A e B, e uma grande quantidade de vitamina C. Vários estudos demonstram que estas antocianinas melhoram a função imunológica dos indivíduos.

Em Portugal, no Vale do Varosa e Távora, em especial no concelho de Tarouca, esta espécie tem uma expressão considerável e os agricultores tiram dela bom rendimento. Há três tipos de variedades cultivadas: a sabugueira, a bastardeira e o sabugueiro. Nas últimas décadas a baga vem sendo exportada para a Alemanha, sobretudo para aplicação nas indústrias de cosmética, farmacêutica e alimentar. A Regiefrutas pretende comercializar 4000 t de baga até 2014 exportando-a no estado líquido, o que corresponderá a cerca de 2.500.000 de euros.

Em Portugal, a baga do Varosa, assim considerada pelos monges de Cister (séculos XII a XVII) era por eles utilizada, e pela população em geral, para fins culinários e terapêuticos, tendo-se perpetuado estes usos e costumes até aos nossos dias.

Há quem diga que o nome do género Sambucus vem do grego ‘sambuke’ – palavra não conhecida – que significa flauta, porque os seus troncos ocos foram usados para fazer este instrumento. Além de ficar oca, a madeira do sabugueiro empena e fissura com muita facilidade, o que não lhe garante grande fama.

No passado esta espécie quase foi extinta em Portugal. Tal facto deveu-se à grande procura de vinhos do Porto na primeira metade do século XVIII. A procura era de tal modo significativa que muitos agricultores começaram a usar a baga do sabugueiro para dar cor a vinhos mais fracos, que eram depois vendidos como Vinho do Porto. Por isso, o Marquês de Pombal proibiu o cultivo de sabugueiro e, na tentativa de acabar com aquelas adulterações, foi arrancado em tal escala que quase se erradicou a espécie.
 

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