Peixotoa catarinensis
A Peixotoa catarinensis é uma trepadeira nativa extremamente especial, pertencente à família Malpighiaceae e associada à Mata Atlântica de Santa Catarina.
Além de seu interesse para os polinizadores, apresenta enorme importância para a conservação da biodiversidade por possuir distribuição natural muito restrita e estar entre as espécies ameaçadas da flora brasileira.
Suas flores amarelas são vistosas e atraem diferentes visitantes florais, com destaque para abelhas solitárias, grupo muito importante para a polinização de diversas plantas nativas.
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A Peixotoa catarinensis pertence à família Malpighiaceae, grupo conhecido por apresentar relações muito especializadas com abelhas, principalmente espécies capazes de coletar óleos florais.
Essas abelhas utilizam estruturas especiais das flores para coletar óleo, recurso empregado principalmente na alimentação das larvas e na construção ou impermeabilização de células de seus ninhos.
No cultivo e nas observações divulgadas pela Raizer Plantas para Abelhas, a espécie recebe visitas de diversos polinizadores, com destaque para abelhas solitárias.
Isso torna a Peixotoa especialmente interessante para propriedades que desejam ir além das espécies utilizadas apenas por abelhas produtoras de mel, ajudando também a conservar grupos de abelhas nativas solitárias que desempenham importante papel ecológico.
Muito interessante para Abelhas Solitárias e outros polinizadores nativos.
A Peixotoa catarinensis pertence à família Malpighiaceae e apresenta hábito de trepadeira lenhosa ou liana.
É uma espécie extremamente rara e de distribuição geográfica restrita. Registros botânicos confirmam sua ocorrência em Santa Catarina, incluindo áreas de Mata Atlântica no estado.
Produz flores amarelas bastante ornamentais, características do gênero Peixotoa. As flores possuem estruturas especializadas relacionadas à interação com abelhas coletoras de óleo.
Por ser trepadeira, necessita de suporte para se desenvolver adequadamente, podendo ser conduzida sobre cercas, pérgolas, caramanchões ou estruturas semelhantes.
Seu maior valor, porém, está na conservação. A espécie está classificada entre as plantas ameaçadas de extinção e apresenta distribuição natural muito limitada.
O cultivo responsável da Peixotoa catarinensis contribui para a manutenção de uma espécie rara da flora brasileira e também para a conservação das relações ecológicas entre plantas da família Malpighiaceae e suas abelhas polinizadoras.